A República de Angola oficializou a sua entrada na Africa Finance
pelo Presidente João Manuel Gonçalves Lourenço.
Corporation – AFC,uma instituição multiatera pan-africana criada para
A Carta de Adesão foi oficialmente entreguenesta quartafeira, 30/07, na
sede da AFC na cidade de Lagos,ao Presidente do Grupo Samaila Zubairu, pelo Embaixador de Angola na República Federal da Nigéria, José
Bamóquina Zau.

O Presidente João Lourenço escreve na carta que “A Assembleia Nacional, nos termos das disposições combinadas da alínea k) do artigo 161º e da
alínea f) do n.°2 do artigo 166.° ambos da constituição da República de Angola. Aprovou para adesão, da República de Angola, o Acordo para o Estabelecimento da África Finance Corporation- AFC, através da Resolução n.° 9/25, de 19 de Março”, lê-se na carta do Titular do poder Executivo.
No documento depositado na AFC pelo embaixador Bamóquina zau, e o Chefe de Estado angolano dá por válido e garantido o procedimento do qual
Angola, passa a ter direito de preferência, garantia de crédito para financiar planos de negócios estruturados nos domínios de energia, indústria, transporte e logística telecomunicações e agricultura.

O Embaixador José Bamóquina Zau, aproveitou e encontro para entregar oficialmente a Bandeira Nacional de Angola que será hasteada na sede da instituição na cidade nigeriana de lagos.
A África Finance Corporation foi criada para impulsionar crescente necessidade de infra-estruturas em África, promover crescimento económico sustentável através do financiamento de projetos de infra-estruturas, exploração de recursos naturais, industria pesada, energia, transportes e telecomunicações e agricultura.
A AFC em Angola está ligado à mobilização de sindicatos bancários para financiar investimentos nos projectos das terras do longonjo-Huambo e refinaria de Cabinda.

O projecto terras do longonjo explora mineiros como neodímio e praseodímio, utilizados em tecnologias modernas considerado estratégico para a diversificação de 5% do mercado global de óxidos com a criação de cerca de 500 empregos directos. Em vinte anos de operações da mina a céu aberto, calcula-se que venha produzir 4.200 toneladas de neodímio e praseodímio, úteis para indústria de veículos elétricos, peças eletrónicas e turbinas sólicas. Já a refinaria de Cabinda tem uma capacidade nominal para processar 60.000 barris por dia de combustíveis e derivados de petróleo.
Presente em 36 países africanos e com uma carteira de investimentos superior a 10 mil milhões de dólares voltados para estruturação de projetos, investimento directos e consultoria financeira.

