O conflito no Médio Oriente provocou fortes impactos nos mercados globais, sobretudo nos preços do petróleo, dos combustíveis, dos fertilizantes e dos alimentos. Apesar da instabilidade geopolítica, as bolsas mundiais mantiveram-se resilientes, impulsionadas pelo crescimento do sector da inteligência artificial.
Para África e, em particular, para os executivos angolanos, a crise reforça a importância da diversificação, da gestão de riscos, da protecção da liquidez e da segurança das cadeias de abastecimento. A principal lição é que acontecimentos geopolíticos regionais podem rapidamente transformar-se em desafios económicos globais.
Uma inundação repentina no Himalaia provocou pelo menos 359 mortos e quase 1.000 desaparecidos, incluindo centenas de estrangeiros. O desastre, causado pelo colapso de uma geleira, destruiu aldeias, estradas, pontes e uma importante passagem fronteiriça entre o Nepal e a China.
As equipas de resgate continuam à procura de sobreviventes, enquanto as autoridades alertam para o risco de novas inundações devido à acumulação de água em lagos formados pelos detritos. Entre as vítimas estão peregrinos hindus que se dirigiam ao sagrado Monte Kailash. As alterações climáticas poderão ter contribuído para a instabilidade do gelo e das rochas na região.
A XXI Sessão Extraordinária da União Africana realiza-se em Luanda, nos dias 29 e 30 de Agosto, para reforçar os mecanismos de prevenção e resolução de conflitos em África. Angola defende maior coordenação, financiamento e execução das decisões, com destaque para a criação de uma matriz de implementação. O encontro reunirá líderes políticos, empresários e instituições financeiras para discutir a paz, a segurança e o desenvolvimento sustentável do continente.
O empresário e agrónomo Fábio Tenório, CEO da RWB – Rural Wealth Brazil Agri Invest, pretende implementar na província de Malanje um projecto agropecuário de larga escala, com até 10 mil hectares e potencial para beneficiar mais de 10 mil famílias.
A Unitel, maior operadora de telecomunicações de Angola, foi alvo de um ciberataque que provocou a interrupção dos serviços de voz, dados móveis e Internet em várias zonas do país, poucas horas antes da estreia das suas acções na Bolsa de Dívida e Valores de Angola (BODIVA). Leia mais.
A Câmara do Comércio e Indústria de Gás, Petróleo e Minérios de Angola promoveu, durante a 41.ª edição da FILDA, a 1.ª Cimeira da Indústria Extractiva. O encontro debateu as oportunidades ligadas ao Corredor do Lobito, ao petróleo, gás, mineração, energias renováveis e financiamento de investimentos. A iniciativa reuniu instituições públicas, investidores, operadores nacionais e estrangeiros, com o objectivo de fortalecer o conteúdo local, atrair investimentos e impulsionar a diversificação da economia angolana.
A 41.ª edição da FILDA, subordinada ao lema “Produzir e Inovar Localmente, Vencer Globalmente”, reafirmou o compromisso do Governo angolano com a diversificação da economia, o fortalecimento da produção nacional e o aumento da competitividade das empresas. Na abertura do evento, o ministro do Comércio e Indústria, Rui Mingueis de Oliveira, destacou a importância da inovação, do investimento e da preparação das empresas para conquistar os mercados internacionais.
O ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, defendeu, durante a 41.ª edição da FILDA, a transformação dos recursos nacionais em riqueza, conhecimento, emprego qualificado e prosperidade. Sublinhou a importância da produção local, da inovação e da diversificação económica, destacando o crescimento da agricultura e de outros sectores estratégicos. Massano realçou ainda o crescimento de 5,3% registado pela economia angolana no primeiro trimestre do ano e a criação de cerca de 774 mil empregos formais entre Janeiro de 2023 e Junho de 2026, reafirmando o compromisso do Executivo com a estabilidade macroeconómica e o apoio ao investimento privado.
O Programa de Privatizações (PROPRIV) já arrecadou mais de mil milhões de kwanzas com a alienação de activos do Estado, entre 2023 e 2026. Dos 130 activos previstos, 121 foram privatizados, contribuindo para a dinamização da economia angolana e para a criação de mais de sete mil empregos directos. Segundo o IGAPE, os resultados reflectem o compromisso do Estado com a melhoria da gestão dos activos públicos, o reforço do sector privado e o aumento da eficiência e da produtividade.
A Assembleia Nacional aprovou a Resolução sobre o Relatório de Balanço da Execução do OGE referente ao primeiro trimestre de 2026, com 95 votos a favor, 61 contra e duas abstenções. A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, destacou o crescimento de 60% da receita não petrolífera e reafirmou o compromisso do Executivo com a gestão prudente da dívida pública, o reforço da arrecadação de receitas e a melhoria dos serviços públicos.
Defendemos o aprendizado constante que por via dos especialistas envolvidos é possível ter organizações em Angola capaz de melhorar e engrandecer a produção local e o conteúdo local, afirma Edson Cachivela PCA da Global Service Corporation.
O BAI – Banco Angolano de Investimentos destacou-se como um dos principais parceiros institucionais do Global Tourism Fórum, uma das mais relevantes plataformas internacionais de debate e investimento no sector do turismo, realizada entre os dias 17 e 19 de Junho, em Luanda.
Hakainde Hichilema foi reeleito Presidente da Zâmbia para um segundo mandato, com cerca de 60% dos votos, mas enfrentou uma oposição mais forte do que o previsto. Brian Mundubile obteve 38% e contestou possíveis irregularidades no processo eleitoral. Apesar da recuperação económica e dos progressos na reestruturação da dívida, o elevado custo de vida continua a pressionar as famílias zambianas. O novo mandato será marcado pelo desafio de transformar a estabilidade macroeconómica em benefícios concretos para a população, preservar a paz política e atrair investimento para sectores estratégicos, especialmente o cobre.
Defendemos o aprendizado constante que por via dos especialistas envolvidos é possível ter organizações em Angola capaz de melhorar e engrandecer a produção local e o conteúdo local, afirma Edson Cachivela PCA da Global Service Corporation.
O conflito no Médio Oriente provocou fortes impactos nos mercados globais, sobretudo nos preços do petróleo, dos combustíveis, dos fertilizantes e dos alimentos. Apesar da instabilidade geopolítica, as bolsas mundiais mantiveram-se resilientes, impulsionadas pelo crescimento do sector da inteligência artificial.
Para África e, em particular, para os executivos angolanos, a crise reforça a importância da diversificação, da gestão de riscos, da protecção da liquidez e da segurança das cadeias de abastecimento. A principal lição é que acontecimentos geopolíticos regionais podem rapidamente transformar-se em desafios económicos globais.
A Selecção Nacional de Karaté arrebatou, neste sábado 26/07, em Abuja, Nigéria, três medalhas de bronze no 1º dia do Campeonato Africano da modalidade em juniores masculino e feminino.
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