Depois da abertura oficial no México, o Mundial de 2026 prossegue esta sexta-feira com novas cerimónias no Canadá e nos Estados Unidos, juntando música, espectáculo e futebol num arranque pensado para captar audiências globais.

O Mundial de 2026 arrancou oficialmente na quinta-feira, no México, e esta sexta-feira o espectáculo continua nos outros dois países anfitriões: Canadá e Estados Unidos. Antes do apito inicial dos primeiros jogos em solo canadiano e norte-americano, os estádios transformam-se em palcos de entretenimento, com artistas de renome internacional a dar o tom ao maior evento do futebol mundial.
No Canadá, a cerimónia antecede a estreia da selecção anfitriã frente à Bósnia e Herzegovina, num encontro do Grupo B, no Estádio de Toronto. Já nos Estados Unidos, a última cerimónia de abertura do torneio acontece antes do jogo entre Estados Unidos e Paraguai, no Estádio de Los Angeles, a contar para o Grupo D.

Canadá abre com forte presença de estrelas internacionais
A festa canadiana começa às 18h30 de Luanda, com um alinhamento que junta nomes consagrados da música pop e artistas de diferentes geografias e influências.
Actuações confirmadas no Canadá
- Alanis Morissette
- Michael Bublé
- Alessia Cara
- Jessie Reyez
- William Prince
- Nora Fatehi
- Elyanna
- Vegedream
- DJ bengali Sanjoy
O cartaz reflecte a estratégia de dar à cerimónia uma dimensão global, misturando talentos canadianos com figuras internacionais e actuações pensadas para destacar a diversidade cultural. Num evento desta escala, o espectáculo já não serve apenas para entreter: funciona também como montra de identidade nacional e como vitrina para milhões de espectadores em todo o mundo.

Estados Unidos encerram o ciclo de aberturas com Anitta, Katy Perry, Lisa e Rema
A cerimónia norte-americana está marcada para as 00h30 de Luanda, com um elenco de artistas que reforça a aposta num impacto mediático de grande alcance.
Actuações confirmadas nos EUA
- Katy Perry
- Future
- Anitta
- Lisa
- Rema
A presença da brasileira Anitta, ao lado de nomes como Katy Perry, a sul-coreana Lisa e o nigeriano Rema, sublinha a dimensão verdadeiramente internacional que a FIFA pretende dar ao Mundial de 2026. O alinhamento junta diferentes mercados musicais e apela a públicos diversos, num formato que cruza entretenimento, desporto e cultura pop.
O jogo entre Estados Unidos e Paraguai está agendado para as 02h00 de Luanda, no Estádio de Los Angeles.
México inaugurou o Mundial com Shakira e Burna Boy
A primeira cerimónia oficial do torneio decorreu na quinta-feira, no Estádio Azteca, na Cidade do México, antes do jogo entre México e África do Sul. A abertura foi assegurada por Shakira e Burna Boy, que interpretaram “Dai Dai”, a música oficial da competição.
Com isso, o arranque do Mundial 2026 começou em clima de grande celebração, reforçando a ideia de que esta edição será mais do que uma competição futebolística: será também um megaevento de entretenimento global, distribuído por três países e pensado para maximizar visibilidade, audiência e envolvimento dos adeptos.

Um Mundial pensado para o espectáculo e para a escala global
A edição de 2026 tem um carácter especial não apenas por ser a primeira organizada em conjunto por México, Canadá e Estados Unidos, mas também pela forma como combina a dimensão desportiva com uma forte componente de espectáculo.
A abertura em diferentes sedes ao longo de vários dias permite ampliar o alcance mediático do torneio e criar momentos próprios para cada mercado. Para marcas, patrocinadores e emissoras, trata-se de uma plataforma de enorme valor. Para o público, é a promessa de um Mundial onde o futebol partilha protagonismo com nomes de topo da música internacional.

Calendário principal desta sexta-feira
- Canadá
- Cerimónia de abertura: 18h30 de Luanda
- Jogo: Canadá x Bósnia e Herzegovina
- Hora do jogo: 20h00 de Luanda
- Local: Estádio de Toronto
- Estados Unidos
- Cerimónia de abertura: 00h30 de Luanda
- Jogo: Estados Unidos x Paraguai
- Hora do jogo: 02h00 de Luanda
- Local: Estádio de Los Angeles
Com os holofotes virados para os três países-sede, o Mundial 2026 começa a afirmar-se como um evento pensado em grande escala — onde cada abertura, cada actuação e cada jogo ajudam a construir a narrativa de uma competição que quer marcar a história dentro e fora dos relvados.
Por João Marcelo de Souza


