Para Osvaldo Isata, consultor geopolítico e professor, o desafio de transformar o turismo numa fonte duradoura de desenvolvimento começa pela participação efectiva dos actores locais.
No Angola Economic Forum (AEF), Cláudia Viana, Directora Executiva da Banca do Standard Bank, deixou uma mensagem clara para empresários, investidores e decisores: o turismo não se desenvolve de forma isolada e, por isso, o seu financiamento também não deve ficar circunscrito a projectos hoteleiros ou a grandes infra-estruturas.
É esta a visão que marca o percurso profissional de Filomena Oliveira, consultora e especialista com experiência nas áreas da indústria, inovação, desenvolvimento empresarial, marketing e políticas económicas.
No Angola Economic Forum 2026, Kátila Vanessa Neto, Administradora Executiva do Porto do Lobito, leva ao debate uma perspectiva directamente ligada à competitividade nacional: como transformar infra-estruturas e logística em oportunidades concretas de comércio, investimento e desenvolvimento.
O AngoDesert Caraculo representa mais do que uma nova atracção turística no Namibe: é um projecto de cooperação com potencial para criar uma cadeia de valor em torno do camelo, articulando turismo, agro-indústria, produção alimentar, emprego e investimento privado.
Carlos Cunha, do 7 Studios ApartHotel, defende uma visão de turismo integrada para o Namibe: mais conforto e previsibilidade para o visitante, circuitos com experiências locais e uma articulação real entre alojamento, transportes, operadores e comunidades.
Soluções da Bosch Rexroth chegam ao mercado angolano com foco nas operações de petróleo e gás, acompanhadas pelo reforço da assistência técnica e da formação de quadros nacionais.
Para Osvaldo Isata, consultor geopolítico e professor, o desafio de transformar o turismo numa fonte duradoura de desenvolvimento começa pela participação efectiva dos actores locais.
No Angola Economic Forum (AEF), Cláudia Viana, Directora Executiva da Banca do Standard Bank, deixou uma mensagem clara para empresários, investidores e decisores: o turismo não se desenvolve de forma isolada e, por isso, o seu financiamento também não deve ficar circunscrito a projectos hoteleiros ou a grandes infra-estruturas.
É esta a visão que marca o percurso profissional de Filomena Oliveira, consultora e especialista com experiência nas áreas da indústria, inovação, desenvolvimento empresarial, marketing e políticas económicas.
No Angola Economic Forum 2026, Kátila Vanessa Neto, Administradora Executiva do Porto do Lobito, leva ao debate uma perspectiva directamente ligada à competitividade nacional: como transformar infra-estruturas e logística em oportunidades concretas de comércio, investimento e desenvolvimento.
O mercado de capitais e a qualidade da informação financeira como instrumentos para ampliar a capacidade de Angola mobilizar investimento para a economia. Destacou Augusto Baptista PCA da Ohuasi.
O Fundo Activo de Capital de Risco Angolano (FACRA) participa na Feira Internacional de Benguela (FIB 2026) com o objetivo de apresentar soluções concretas de financiamento e identificar empresas e projetos com potencial de crescimento.
O Programa de Privatizações (PROPRIV) já arrecadou mais de mil milhões de kwanzas com a alienação de activos do Estado, entre 2023 e 2026. Dos 130 activos previstos, 121 foram privatizados, contribuindo para a dinamização da economia angolana e para a criação de mais de sete mil empregos directos. Segundo o IGAPE, os resultados reflectem o compromisso do Estado com a melhoria da gestão dos activos públicos, o reforço do sector privado e o aumento da eficiência e da produtividade.
A Assembleia Nacional aprovou a Resolução sobre o Relatório de Balanço da Execução do OGE referente ao primeiro trimestre de 2026, com 95 votos a favor, 61 contra e duas abstenções. A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, destacou o crescimento de 60% da receita não petrolífera e reafirmou o compromisso do Executivo com a gestão prudente da dívida pública, o reforço da arrecadação de receitas e a melhoria dos serviços públicos.
Hakainde Hichilema foi reeleito Presidente da Zâmbia para um segundo mandato, com cerca de 60% dos votos, mas enfrentou uma oposição mais forte do que o previsto. Brian Mundubile obteve 38% e contestou possíveis irregularidades no processo eleitoral. Apesar da recuperação económica e dos progressos na reestruturação da dívida, o elevado custo de vida continua a pressionar as famílias zambianas. O novo mandato será marcado pelo desafio de transformar a estabilidade macroeconómica em benefícios concretos para a população, preservar a paz política e atrair investimento para sectores estratégicos, especialmente o cobre.
É esta a visão que marca o percurso profissional de Filomena Oliveira, consultora e especialista com experiência nas áreas da indústria, inovação, desenvolvimento empresarial, marketing e políticas económicas.
No Angola Economic Forum 2026, Anatólio Domingos, Director Nacional para a Integração e Desenvolvimento Económico do Ministério da Indústria e Comércio, levou ao debate uma visão directamente ligada aos desafios da abertura comercial, do desenvolvimento do sector produtivo e da inserção de Angola nas cadeias regionais de valor.
A indústria têxtil de Benguela apresenta na FIB 2026 uma cadeia produtiva que abrange todo o processo, do algodão ao produto final. Vidal Bazanini anuncia um futuro showroom em Luanda e manifesta abertura para desenvolver tecidos em colaboração com estilistas nacionais.
Em entrevista à Revista Executivo, Luc Defforey, Director-Geral da empresa, explicou que a estratégia da organização passa pela transferência de tecnologias especializadas ainda pouco disponíveis no mercado nacional e pela criação de capacidade técnica local.