Domingo, Dezembro 7, 2025
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    O sistema financeiro não bancário tem apresentado um papel fundamental na dinamização da economia angolana, na diversificação de soluções de poupança e investimento e na promoção da inclusão financeira. Como avançou o Governador do Banco Nacional de Angola Manuel Tiago Dias, está terça-feira, em Luanda, durante a conferência sobre-Procedimentos para o Exercício do Sector Financeiro não Bancário.

    O governador sublinhou que o sector financeiro exige inovação, resiliência e confiança dos cidadãos nas instituições financeiras. A regularização e supervisão do sector financeiro tem vindo a reforçar o quadro regulatório assegurado que todas as entidades operem de forma prudente, e responsável de modo que o sector financeiro não bancário contribuía para o desenvolvimento sustentável do país. Manuel Tiago Dias realçou que “o sector financeiro precisa descentralizar-se dos sectores não produtivos e a necessidade de intensificar os esforços conjunto na promoção de oportunidades de negócios e na disseminação da inclusão financeira da população.”

    Analdeth Garcia, directora do Departamento não Bancário do BNA, ressaltou que o sector financeiro não bancário sob supervisão do BNA no últimos anos, tem desempenho em conjunto com pessoas envolvidas a intenção de rececionar depósitos e conceder créditos por via de financiamento. Importante realçar a importância dos sistemas de pagamento, mercados financeiros, atividades das seguradoras e gestão de fundo de pensões. “O sistema financeiro angolano está composto por instituições financeiras bancárias, na qual o BNA é o supervisor e, seguidamente, está composto por instituições financeiras não bancárias.” afirmou

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    Acrescentado ainda que, nos termos da lei, estão previstas ou sob supervisão do Banco Nacional de Angola as casas de trânsito, instituições de moeda eletrônica, instituições financeiras de microfinanças, sociedades cooperativas de crédito, sociedades de cessão financeira, sociedades de garantia de crédito, sociedades de locação financeira, sociedades de microcrédito, sociedades mediadoras do mercado monetário ou do câmbio, sociedades operadoras de sistemas de pagamento e compensação ou câmaras de compensação e, por fim, as sociedades prestadoras de serviços de pagamento.

    Por Jorgina Manuela

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