O Instituto Nacional de Petróleos está a alargar a formação técnica às energias renováveis, com laboratórios dedicados às tecnologias fotovoltaica, eólica e geotérmica. A estratégia pretende aproximar os jovens das oportunidades profissionais e responder às novas necessidades da indústria.
Em entrevista à Revista Executivo, o director da Brimont, Artur Chalila, destacou a importância do evento como plataforma de exposição da marca, aproximação às operadoras e apresentação das capacidades dos quadros angolanos.
Em entrevista à Revista Executivo durante a Angola Oil & Gas 2026, Roland Loiber, Director Comercial da AES, explicou que a actuação da empresa vai além da recepção e do tratamento convencional de resíduos.
Em entrevista à Revista Executivo, Ricardo Grion, Managing Director da Black Ouro Service, destaca a importância da participação no Angola Oil & Gas 2026, revela o compromisso da empresa com a inovação e deixa uma mensagem de ambição aos jovens angolanos
Em entrevista à Revista Executivo durante a Angola Oil & Gas 2026, Roland Loiber, Director Comercial da AES, explicou que a actuação da empresa vai além da recepção e do tratamento convencional de resíduos.
A perspectiva foi apresentada por Ingvar Lunde, Business Development Manager para África e Reino Unido, durante a Angola Oil & Gas 2026, em Luanda. O evento voltou a afirmar-se como uma plataforma de referência para o diálogo entre operadores, empresas de serviços, fornecedores de tecnologia, investidores e entidades públicas ligadas ao sector energético.
Em declarações à Revista Executivo, José Carlos Figueiredo, Presidente da Teleservice, considerou a Angola Oil & Gas um dos mais importantes pontos de encontro empresarial do país, sobretudo para as organizações que trabalham directa ou indirectamente com o sector petrolífero.
Na Angola Oil & Gas 2026, Sheila Lourenço destacou a criação de uma ponte empresarial entre Angola e a Suíça e defendeu a qualificação, a certificação e o cumprimento das normas internacionais como condições essenciais para a integração das empresas angolanas no mercado energético.
Da esquerda para a direita: Trunklinah Gabonthone, Directora Executiva de Promoção do Investimento do BITC; Rosa Assis Gamboa, jornalista da Revista Executivo; e Dra. Margaret Sengwaketse, Directora Executiva de Inteligência de Negócios do BITC, durante o Fórum Económico Angola–Botswana, em Luanda.
A Câmara do Comércio e Indústria de Gás, Petróleo e Minérios de Angola promoveu, durante a 41.ª edição da FILDA, a 1.ª Cimeira da Indústria Extractiva. O encontro debateu as oportunidades ligadas ao Corredor do Lobito, ao petróleo, gás, mineração, energias renováveis e financiamento de investimentos. A iniciativa reuniu instituições públicas, investidores, operadores nacionais e estrangeiros, com o objectivo de fortalecer o conteúdo local, atrair investimentos e impulsionar a diversificação da economia angolana.
A 41.ª edição da FILDA, subordinada ao lema “Produzir e Inovar Localmente, Vencer Globalmente”, reafirmou o compromisso do Governo angolano com a diversificação da economia, o fortalecimento da produção nacional e o aumento da competitividade das empresas. Na abertura do evento, o ministro do Comércio e Indústria, Rui Mingueis de Oliveira, destacou a importância da inovação, do investimento e da preparação das empresas para conquistar os mercados internacionais.
O Programa de Privatizações (PROPRIV) já arrecadou mais de mil milhões de kwanzas com a alienação de activos do Estado, entre 2023 e 2026. Dos 130 activos previstos, 121 foram privatizados, contribuindo para a dinamização da economia angolana e para a criação de mais de sete mil empregos directos. Segundo o IGAPE, os resultados reflectem o compromisso do Estado com a melhoria da gestão dos activos públicos, o reforço do sector privado e o aumento da eficiência e da produtividade.
A Assembleia Nacional aprovou a Resolução sobre o Relatório de Balanço da Execução do OGE referente ao primeiro trimestre de 2026, com 95 votos a favor, 61 contra e duas abstenções. A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, destacou o crescimento de 60% da receita não petrolífera e reafirmou o compromisso do Executivo com a gestão prudente da dívida pública, o reforço da arrecadação de receitas e a melhoria dos serviços públicos.
Defendemos o aprendizado constante que por via dos especialistas envolvidos é possível ter organizações em Angola capaz de melhorar e engrandecer a produção local e o conteúdo local, afirma Edson Cachivela PCA da Global Service Corporation.
O BAI – Banco Angolano de Investimentos destacou-se como um dos principais parceiros institucionais do Global Tourism Fórum, uma das mais relevantes plataformas internacionais de debate e investimento no sector do turismo, realizada entre os dias 17 e 19 de Junho, em Luanda.
Hakainde Hichilema foi reeleito Presidente da Zâmbia para um segundo mandato, com cerca de 60% dos votos, mas enfrentou uma oposição mais forte do que o previsto. Brian Mundubile obteve 38% e contestou possíveis irregularidades no processo eleitoral. Apesar da recuperação económica e dos progressos na reestruturação da dívida, o elevado custo de vida continua a pressionar as famílias zambianas. O novo mandato será marcado pelo desafio de transformar a estabilidade macroeconómica em benefícios concretos para a população, preservar a paz política e atrair investimento para sectores estratégicos, especialmente o cobre.
O Instituto Nacional de Petróleos está a alargar a formação técnica às energias renováveis, com laboratórios dedicados às tecnologias fotovoltaica, eólica e geotérmica. A estratégia pretende aproximar os jovens das oportunidades profissionais e responder às novas necessidades da indústria.
Em entrevista à Revista Executivo, o director da Brimont, Artur Chalila, destacou a importância do evento como plataforma de exposição da marca, aproximação às operadoras e apresentação das capacidades dos quadros angolanos.
Defendemos o aprendizado constante que por via dos especialistas envolvidos é possível ter organizações em Angola capaz de melhorar e engrandecer a produção local e o conteúdo local, afirma Edson Cachivela PCA da Global Service Corporation.
Defendemos o aprendizado constante que por via dos especialistas envolvidos é possível ter organizações em Angola capaz de melhorar e engrandecer a produção local e o conteúdo local, afirma Edson Cachivela PCA da Global Service Corporation.
O BAI – Banco Angolano de Investimentos destacou-se como um dos principais parceiros institucionais do Global Tourism Fórum, uma das mais relevantes plataformas internacionais de debate e investimento no sector do turismo, realizada entre os dias 17 e 19 de Junho, em Luanda.