
Hortência Pascal Manuel, administrativa da Wongo, destaca a capacitação de profissionais, as bolsas de formação para jovens e as parcerias com instituições como prioridades da empresa
WONGO APOSTA NA FORMAÇÃO EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA JOVENS E EMPRESAS
A Wongo quer alargar a utilização da inteligência artificial nas empresas e nas instituições angolanas através da formação. Em entrevista à Revista Executivo, Hortência Pascal Manuel, administrativa da empresa, apresenta uma oferta que abrange jovens, executivos e empreendedores, com cursos também dirigidos a professores e estudantes.
«A Wongo está destinada a formar jovens, empresas e ministérios», afirma.
Na avaliação de Hortência Pascal Manuel, a utilização da inteligência artificial em Angola ainda tem margem para crescer. É nesse espaço que a Wongo procura atuar, promovendo o conhecimento destas ferramentas e a sua adoção pelas empresas.
Hortência associa essa preparação às oportunidades de emprego, referindo que as empresas procuram jovens capacitados para utilizar inteligência artificial.Para chegar a comunidades com menos recursos, a Wongo disponibiliza «bolsas formativas para a juventude», destaca Hortência Pascal Manuel. A administrativa identifica lacunas de conhecimento tecnológico e explica que a empresa procura ajudar os jovens a compreender e a utilizar a inteligência artificial.
A Wongo também trabalha com empresas e organismos públicos na formação dos seus funcionários. Segundo Hortência Pascal Manuel, a empresa concluiu uma ação de formação dirigida a funcionários do Ministério da Educação e tem desenvolvido trabalho com outras instituições.
No seu site institucional, a Wongo informa que dispõe de licença do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP) para ministrar cursos de inteligência artificial.
No fórum onde decorreu a entrevista, a Wongo procurou aumentar a sua visibilidade e dar a conhecer aos jovens a oferta de formação em tecnologia, explica Hortência.


